Sommelierie

10 acessórios essenciais para quem aprecia vinhos

por Giuliano Agmont

Quem aprecia vinhos sabe. Mesmo em ocasiões triviais, abrir uma garrafa exige mais que entusiasmo – e um bom pretexto. São necessários acessórios capazes não só de tornar tal experiência a mais conveniente possível como também extrair de sua bebida predileta o que ela tem de melhor. Itens imprescindíveis para qualquer enófilo, eles facilitam o trabalho e realçam cada detalhe da bebida, a cor, o aroma, o sabor… Neste post, elencamos 10 deles, quase essenciais.

1. Saca-rolhas


Para abrir sua garrafa sem susto. Existem os mais simples, tradicionais, mas procure optar por modelos de duas fases, mais conhecidos como saca-rolhas de sommelier. Eles têm dois pontos de apoio, em níveis diferentes, que facilitam o manuseio. Além deles, há diversos outros tipos de saca-rolhas, como o “borboleta”, o elétrico e o “coelho”, além de versões de mesa, pinça (próprio para rolhas ressecadas e quebradiças) e de pressão de ar.

2. Jogo de taças

Sim, a taça interfere na degustação de um vinho. O modelo errado pode alterar o sabor da bebida ou inibir o nariz. Por isso vale a pena pensar em um jogo básico para se ter em casa. Existem infindáveis tipos, procure simplificar as coisas. Comece com uma taça “coringa”. A dica aqui é iniciar com taças do tipo Bordeaux, por sua versatilidade. Depois, invista em taças para outro tipo de tinto, o Borgonha, que têm bojo largo para a bebida respirar e servem tanto para os tintos mais leves como brancos. Enfim, adquira modelos especiais para brancos, com corpo um pouco menor do que o das taças para tintos. Elas também são indicadas para espumantes, substituindo a flûte, ou flauta, que está caindo em desuso.

3. Corta-gotas e salva-gotas

Eles têm papel decisivo na hora de servir o vinho. O corta-gotas, além de permitir que se sirva a bebida com mais delicadeza, evita que o vinho respingue ou escorra. Já o salva-gotas, uma espécie de colar colocado no topo da garrafa, impede que o líquido do gargalo escorra pelo vidro, danificando o rótulo e até manchando a toalha.

4. Balde

Cada tipo de vinho precisa ser servido em uma temperatura correta. A forma mais simples de se conseguir isso é usando um balde de gelo. Basta enchê-lo com cubos de gelo e um pouco de água. Uma maneira mais sofisticada de se chegar ao mesmo resultado é ter um cooler em casa. Ele resfria a bebida mais rapidamente e, no caso dos digitais, chegam na temperatura exata. Para manter a temperatura ideal de uma garrafa por mais tempo, use uma manta térmica.

5. Coravin

Eis uma inovação que vale a pena ter em casa. Ainda pouco conhecido no Brasil, o Coravin permite que se prove o vinho sem retirar a rolha, nem comprometer a conservação da bebida. Ou seja, você pode experimentar um vinho hoje e só voltar a degustá-lo daqui a alguns meses, talvez até anos. Algo especialmente interessante para rótulos mais caros, que não abrimos todos os dias, ou para se perceber a evolução de um vinho com o passar dos anos sem precisar dispor de várias garrafas. O funcionamento é simples. O aparelho introduz uma agulha fina através da rolha e, ao injetar um gás neutro e inerte (argônio) dentro da garrafa, faz com que o vinho saia por compressão e possa ser servido por um bico dosador. Depois de retirada a agulha, a cortiça se recompõe naturalmente e sela a garrafa com o argônio dentro, evitando a entrada do ar e a consequente oxidação do vinho. O conjunto é composto por uma cápsula com gás (vendida à parte), a agulha e o corpo do aparelho.

6. Decanter

Decantar significa tanto livrar um líquido de impurezas como enaltecer suas virtudes. Por isso, o decantador, ou apenas decanter, é usado desde a antiguidade para se servir grandes vinhos. Trata-se de uma jarra cristalina bojuda em que o vinho descansa por algum tempo (que varia conforma o rótulo), seja para arejá-lo, abrindo o buquê daqueles com aromas mais fechados, seja para separar os sedimentos, no caso de garrafas mais antigas. Embora a forma clássica seja de bojo largo e gargalo que lembra um funil, há modelos variados e muitas vezes criativos.

7. Adega climatizada

Ideal para os que compram vinhos para consumir no futuro ou colecionam rótulos mais especiais. A adega climatizada protege os vinhos da luz e os mantêm em uma temperatura constante. Normalmente, é utilizada por quem compra os chamados vinhos de guarda – para deixá-los evoluir em casa. Mas também pode ser usada para armazenar (e organizar) os rótulos do dia a dia ou, ainda, deixar as garrafas na temperatura certa para servir. Para a primeira adega, a sugestão é optar por um modelo de pelo menos 50 garrafas.

8. Mala

 

teste

Malas especiais fazem toda a diferença no transporte de vinhos. Acolchoadas por dentro e rígidas por fora, elas protegem as garrafas em caso de choque, evitando que se quebrem. Também preservam a temperatura em ambientes muito quentes, como o porta-malas de um carro. As maiores para até 12 garrafas transportam suas preciosidades em viagens, ao passo que as menores, para uma ou duas garrafas, são elegantes e ideais para levar seus vinhos ao restaurante ou à casa de amigos.

9. Vacuvin

Este é um acessório para quem não costuma beber uma garrafa inteira de uma só vez. Isso porque o chamado Vacuvin, que é uma bomba a vácuo com tampa, mantém a bebida em boas condições depois de abertas, por alguns dias. Ele tira da garrafa boa parte do ar e armazena o líquido que restou com um mínimo de prejuízo.

10. Tampa para espumante

Como o próprio nome sugere, a tampa para espumante serve para manter a pressão e todas as características dos borbulhantes depois de abertos. Ela vai substituir a rolha.

 

Sommelier Winebrands sugere:

 



Assine Nossa Newsletter

e receba novidades, promoções e convites para eventos da importadora Winebrands