Estilos de vinho

50 tons de rosa

por Maria Bolognese

O cor-de-rosa está na moda. E não apenas por ter se tornado símbolo da luta internacional contra o câncer de mama, que tem seu auge no mês de outubro. Mas também pelos vinhos rosé, que rompem fronteiras e ganham cada vez mais adeptos no Brasil, principalmente quando a temperatura começa a subir.

De fácil harmonização, com efeitos surpreendentes tanto em pratos mais leves como em estruturados cardápios gastronômicos, os vinhos rosados possuem frescor e acidez convidativos para alegrar a primavera e o verão.

Assim como entre brancos e tintos, há também um grupo de vinhos rosés produzido com excelência, que reflete seu terroir e incorpora uma enologia de alto padrão, com uma convidativa complexidade.

Vitalidade do Mediterrâneo

No olfato, os aromas dos rosés compreendem cerejas, framboesas e morangos, além de especiarias e delicadas notas florais. As tonalidades são um capítulo à parte. Há tons de rosa para todos os gostos. E quanto mais escura a coloração, maior a intensidade de aromas e sabores.

Eles são produzidos em quase todas as regiões vitivinícolas, embora carreguem a imagem leve, agradável e repleta de vitalidade do Mediterrâneo, com destaque para França, Itália, Espanha e Portugal.

É um vinho com infinitas possibilidades, solar, que inspira felicidade, bem-estar e vida. E o melhor, pode ser servido bem gelado, com uma pedra de gelo, em coquetel de frutas, com folhas de hortelã, enfim, como preferir.

Por isso, assim como incentivar o combate ao câncer de mama, sempre é tempo de desfrutar dos prazeres de uma taça de rosé. Até porque, o vinho consumido com moderação pode se tornar um poderoso aliado na prevenção de inúmeras doenças.

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