Pontuações

Oscar do Vinho em Portugal premia Boavista e Covela

Um começo de ano promissor para a dupla formada pelo jornalista inglês Tony Smith e o empresário brasileiro Marcelo Lima, que produzem vinhos nas regiões do Douro e do Minho, em Portugal. Eles tiveram muito o que comemorar na cerimônia de premiação promovida pela Revista de Vinhos “Os Melhores de Portugal de 2017”, considerada o Oscar do Vinho no país.

Foi uma vitória tripla, começando por dois dos vinhos que produzem – o Quinta da Boavista Vinha do Oratório 2014 e o Covela Reserva Branco 2014. Eles foram reconhecidos como “Wines of Excellence”.

A Quinta da Boavista, onde o famoso Barão de Forrester concebeu seus dois célebres mapas vitivinícolas do Douro, só começou a produzir vinhos tranquilos em 2013, depois de ser comprada por Tony Smith e Marcelo Lima. Até então, suas vinhas eram utilizadas apenas na produção de Vinho do Porto.

Com participação do renomado enólogo Jean-Claude Berrouet, responsável por 44 safras do Petrus, ícone bordalês do Pomerol, em pareceria com Rui Cunha, o projeto já rendeu safras promissoras e refinadas nos vinhedos Ujo e Oratório, este com vinhos “abundantes em fruta”, como o 2014, tinto elaborado com 25 castas de Vinhas Velhas com idade média superior a 80 anos.

Berrouet aceitou o convite de participar do projeto da Quinta da Boavista por influência de Rui Cunha, enólogo justamente da Quinta da Covela, no Minho, também de propriedade de Smith e Lima. A vinícola desenvolveu outro vinho reconhecido pelo mais prestigiado concurso de vinhos portugueses, o Reserva Branco 2014, o branco mais nobre da Quinta da Covela, com corte Avesso, Arinto, Chardonnay e Viogner e ótimo potencial de guarda.

Para coroar a noite, Marcelo Lima foi eleito “Personalidade do Ano no Brasil”, pelo sucesso de seus investimentos em distribuição pela importadora Winebrands.



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